Dogma-

A fúria toma conta da minha alma
E você não consegue ler o quanto eu te odeio
Se você não serve pra coisa alguma
E até respirar lhe trás receio
Pobre incapaz,
É aprazível sentir-me enojada com você.
A infelicidade que se estampa em seus olhares
Congela os ares, Queima os mares,
E mata quem te fez sonhar.
Algozes cruéis,
Que pelas ruas víeis
Não sabem voltar.
Se tão vazia é a tua mente
Que nem som consegue ecoar.
Qual definição trará alívio a minha alma
Se for bom que eu mantenha a calma
E não te faça chorar.
Porque se você ainda estiver no meu mundo,
O meu espírito não conseguirá permutar
Pendurado pela sorte,
O que lhe resta, torre, é o azar.
E você não consegue ler o quanto eu te odeio
Se você não serve pra coisa alguma
E até respirar lhe trás receio
Pobre incapaz,
É aprazível sentir-me enojada com você.
A infelicidade que se estampa em seus olhares
Congela os ares, Queima os mares,
E mata quem te fez sonhar.
Algozes cruéis,
Que pelas ruas víeis
Não sabem voltar.
Se tão vazia é a tua mente
Que nem som consegue ecoar.
Qual definição trará alívio a minha alma
Se for bom que eu mantenha a calma
E não te faça chorar.
Porque se você ainda estiver no meu mundo,
O meu espírito não conseguirá permutar
Pendurado pela sorte,
O que lhe resta, torre, é o azar.


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