quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O retorno!



Não vejo lágrimas
Nem lágrimas podem ser medidas
Tomaram de mim os freios
A direção da vida!
Sonharam sonhos que não eram meus
Mudaram a sorte que não era minha
Não fiz pactos com deuses estranhos
Das trevas eu nunca fui rainha!
Tenho a inocência oriunda de toda verdade,
O círculo protetor ,
arrancado contra a minha vontade!
Tento caminhar sozinha,
em busca do fio perdido de esperança!
Preciso te encontrar,
Voltar a ter alma de criança!
Puritana, imaculada,
A alma da humana
que pode ser tragada!
Peça a ele pra não me levar,
Não desejo ter o espírito selado
O destino que já era traçado
O futuro a mim destinado,
Já não é passado.
Volta a ser o que sempre foi,
A ter o primeiro sgnificado,
Ressucita o amor enterrado!
Caminhando em busca do cerne,
O centro de todo o desejo carnal,
Sinto-me de novo imortal,
Não acendam, nem apaguem
Estou perto outra vez,
Nada me fará mal!

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