segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Eu vou morrer um dia ,


É o que nem mesmo as águas podem separar nem o curso dos ventos, nem a direção dos rios. É transmitido apenas no toque daquela canção, uma simples melodia. Quando elas foram cortadas, continuaram vivas relutando contra o chão! Elas morrem de pé. Nem mesmo as águas podem mudar esta visão. Eu estou ferida, mas eu não caio. Diga as palavras que podem me curar,cante pra mim e, em seguida deixe suas palavras me lembrarem quem eu sou. Você é meu veneno, querem me matar, estão tentando tirar a minha alma, querem me ver morrer. Querem me ver sangrar. Mas você não vai deixar, não é?! Tem o antídoto pra me libertar. As minhas lágrimas não amolecem o seu coração? Você me vê de pé, mas estou morrendo por dentro, em pedaços! Ouça- me , você pode me curar, eu sei que pode! Venha até mim são somente alguns passos. É tudo o que eu preciso neste momento. Você está escolhendo o túmulo pra me acolher. Não importa o quanto você possa ignorar, as minhas lágrimas continuam caindo. Permaneço firme as minhas raízes, elas me deixam soerguer a esperança. Eu estou partindo agora. Mas ouça-me pela última vez, eu só precisava do seu perdão, pra retirar o punhal que está cravado em meu peito. Minhas folhas caem me vejo sucumbir, mas vá, vá logo, eu sinto muito, mas não quero que me veja partir, de pé cair. . .

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